150 milhões: esse é o número de pessoas que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde, segundo um levantamento realizado pelo IBGE. Ou seja, a cada 10 brasileiros, 7 precisam do SUS. Um dado relevante, que leva muitos a buscarem alternativas na rede privada, com a contratação de seguro saúde, plano de saúde ou serviços complementares.

Mas você sabe o que cada uma dessas alternativas representa? Na prática, pode-se dizer que elas têm o mesmo objetivo: oferecer conforto e segurança, especialmente nos momentos mais complicados.

Afinal, custos com tratamentos, consultas, exames e cirurgias não são tão acessíveis para a maioria da população. E não é novidade que o acesso à saúde pública ainda precisa melhorar muito no país, considerando os baixos investimentos, recursos precários e a dificuldade nos atendimentos. 

Com isso, cresce cada vez mais a preocupação com a saúde no planejamento financeiro das famílias brasileiras, especialmente porque investir na saúde não deve ser encarado como um luxo ou capricho, mas sim como um cuidado essencial com o nosso maior insumo para trabalhar, estudar, viajar, aproveitar bons momentos e viver a vida. 

Porém, muita gente ainda confunde o que é um seguro saúde, o que é um plano de saúde e o que cada uma dessas opções oferece. Então, para dar fim a essas dúvidas e esclarecer quais são as diferenças, preparamos esse post aqui! 

Quem vem com a gente? 🙋

O que é plano de saúde?

O plano de saúde é um serviço oferecido por uma operadora que possui uma rede credenciada de hospitais, laboratórios, clínicas, médicos e profissionais da área da saúde em geral. 

Funciona assim: a operadora oferece um pacote de serviços de saúde e o valor a ser pago por eles mensalmente, o qual é firmado com o cliente no contrato de adesão. Assim, o cliente é atendido sempre que precisar e sem cobranças extras, desde que o serviço esteja dentro da cobertura.

Dessa forma, o cliente pode buscar apenas os tratamentos, serviços e profissionais que estão cadastrados na operadora. Para os casos de algum procedimento que não faz parte do plano ou atendimento com um profissional que também não é credenciado (ex.: o "médico da família"), o cliente deve pagar o valor do próprio bolso.

Segundo a ANS, é possível contratar planos individuais (seja por pessoa ou familiar) e planos coletivos (por adesão e empresarial). A cobertura geralmente se divide entre ambulatorial, hospitalar (com ou sem obstetrícia), odontológica e referencial (que engloba todos os serviços). 

Entre os principais benefícios estão a garantia de segurança e tranquilidade sempre que precisar do serviço, a facilidade de realizar a portabilidade e também o fato de que o cliente não precisa pagar nada ao ser atendido (considerando que o pagamento das mensalidades esteja em dia). 

O que é seguro saúde?

O seguro saúde, por sua vez, é um serviço oferecido pelas seguradoras que garante assistência médica, hospitalar, ambulatorial, realização de exames, cirurgias e tratamentos em geral por meio de um contrato de seguro

Aqui, a mensalidade é conhecida como prêmio, que é o valor calculado com base nos potenciais riscos de custos com futuros tratamentos. Então, sempre que precisar de um serviço médico, o próprio cliente paga as despesas e depois recebe o reembolso da seguradora, apresentando recibo ou nota fiscal.

O reembolso pode ser integral ou parcial, variando conforme cobertura, seguradoras e cláusulas do contrato. Em via de regra, quanto mais a seguradora assumir estes valores, maior será o valor pago pelo segurado no prêmio. 

O seguro saúde também oferece uma rede credenciada, mas não limita o atendimento apenas a essa rede. Assim, o segurado tem a liberdade de escolher o médico, hospital, clínica ou serviço que preferir. Ah, as coberturas também podem variar entre ambulatorial, hospitalar, hospitalar com obstetrícia ou ainda um "combo" com as três opções.

Em relação às vantagens, é possível apontar a customização do serviço, contratados diferenciados, melhor custo-benefício se comparado ao plano de saúde e mais flexibilidade para as escolhas.

Dica bônus: alguns países exigem um seguro saúde especial, seja para viagens mais curtas ou longas estadias. Um exemplo é a contratação do Seguro Saúde Obrigatório (OSHC) para estudantes que vão morar por mais de 3 meses na Austrália, cobrindo todos os custos em possíveis emergências. 

Principais semelhanças entre seguro saúde e plano de saúde

Bom, já deu para notar que ambos proporcionam diversas vantagens aos seus usuários, mas a maior delas é a garantia da assistência médica e hospitalar em qualquer situação, seja para tratamentos preventivos, de rotina ou emergências.

Olhando para o que mais o seguro saúde e o plano de saúde têm em comum, elencamos esses 4 pontos:

  • Estão ligados ao Ministério da Saúde e são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS);
  • Podem ser contratados por pessoa física ou jurídica;
  • Possuem período de carência, mesmo com os pagamentos em dia;
  • Oferecem coberturas para consultas de rotina, exames, cirurgias e diversos outros procedimentos.

E qual é a diferença entre seguro saúde e plano de saúde?

Em suma, as diferenças estão na contratação e nas possibilidades que cada uma das opções oferece. Por exemplo, ambos possuem um período de carência, porém para o seguro saúde costuma ser menor quando comparado com a utilização de alguns serviços de um plano de saúde.

Mas, para facilitar, resumimos as três principais diferenças entre um seguro saúde e um plano de saúde, olha só: 

Qual é melhor: seguro saúde ou plano de saúde?

Tudo vai depender das necessidades e do perfil do seu cliente, pois como falamos antes, as duas alternativas oferecem vantagens e desvantagens. Em geral, podemos dizer que um plano de saúde pode ser mais indicado para quem vai com bastante frequência ao médico, realizando diversos procedimentos durante o ano. 

Agora, para quem não costuma ir tanto ao médico, tem uma boa saúde e também é mais organizado financeiramente, a ponto de manter uma reserva para cobrir qualquer tipo de emergência (que será reembolsada depois), o seguro saúde pode ser uma escolha mais assertiva.

De qualquer forma, cabe a você, corretor de seguros, desvendar todos os pontos positivos e negativos de cada opção ao seu cliente, oferecendo o apoio que ele precisa para tomar a melhor decisão.

É você que deve estar ao lado dele nesse processo, a fim de entender a fundo a sua realidade, agilizar as cotações e buscar as melhores soluções, auxiliar com toda a parte mais burocrática da contratação do serviço, esclarecer dúvidas e dar todo o suporte necessário, seja antes, durante ou depois de fechar a venda.

Afinal de contas, saúde é coisa séria. Então, o mais importante é levar proteção e segurança para cada vez mais pessoas, trazendo todo o amparo para o momento em que mais precisam. E disso você entende bem, né? 🧡

Essas foram as nossas dicas de hoje. Mas logo logo tem mais! Para acompanhar, é só seguir a gente no Facebook, LinkedIn e Instagram, combinado? 😉

Até a próxima! 🚀

Quanta coisa mudou nesses últimos meses, né? Aliás, já imaginou quanta coisa ainda vai mudar? Pois é, a pandemia acelerou diversas transformações que estavam batendo a porta, mas que agora já fazem parte da nossa realidade. E com o mercado de seguros não foi diferente.

Entre 2018 e 2019, o Brasil ficou em 14º lugar no ranking dos maiores mercados de seguros do mundo. A perspectiva deste ano é se manter na 8º posição. Crescimento, esse, que é resultado de diversas adaptações que o setor encabeçou e também da gradativa aproximação entre seguradoras, corretores e segurados.

E por aí, já bateu a curiosidade de saber o que vem pela frente? 👀Então, vem com a gente desbravar o futuro do mercado de seguros. 🚀

3 tendências no mercado de seguros

Bom, não é novidade que o mercado de seguros está cada vez mais competitivo e prestes a passar por profundas mudanças. Muito disso está atrelado à transformação digital, mas não dá para dizer que a disruptura será apenas tecnológica.

Além de modernizar, o segmento deve acompanhar tendências que vão remodelar a forma de se relacionar com os clientes, os processos aplicados, protocolos a serem seguidos… Mas você sabe quais são essas tendências? 

Entre tantas, listamos três principais. Confira a seguir: 

1. Um novo cenário econômico 

Sabe aquela velha frase: "amanhã eu faço"? Ao que tudo indica, esse amanhã já chegou e boa parte do que antes era postergado, acabou se tornando prioridade. 

Em um só ano vivenciamos impactos em todas as esferas da economia, seja na geração de renda, empregos, produção, oferta e demanda… Ocasionando em uma recessão global sem precedentes. O que também afetou o mercado de seguros, já que muitas pessoas passaram a se preocupar mais em garantir a proteção financeira caso algum imprevisto aconteça.

Segundo um levantamento do Google, de fevereiro a março do ano passado as buscas por termos relacionados à proteção financeira cresceram 157%. E tem mais, olha só! 👇

Fato é que estamos passando por um cenário em que até mesmo o otimismo e o "deixa a vida me levar" do brasileiro são redesenhados, despertando a necessidade de nos conscientizarmos cada vez mais sobre a importância de pensar a longo prazo e garantir a nossa segurança, independente do que acontecer.

Aliás, não foram só as prioridades que mudaram. A rotina também passou por grandes transformações, considerando que tivemos que ajustar a nossa forma de trabalhar, conviver, se exercitar, aprender, consumir, se divertir… O que, mais uma vez, influenciou o mercado de seguros de maneira radical. 

Diante de um novo cenário econômico, o mercado de seguros deve acompanhar as projeções do setor, bem como as dores e necessidades dos consumidores, oferecendo experiências diferenciadas e soluções para garantir a proteção de quem mais precisa. 

Oportunidade não vai faltar, já que a parcela de pessoas e empresas brasileiras que possuem algum seguro ainda é pequena (cerca de menos de 20%). Então, é hora de aproveitar o momento para identificar pontos de melhoria na sua corretora e agir para não deixar nada passar. 

2. Soluções personalizadas

Independente das mudanças na economia e na cultura do país, na regulamentação do mercado de seguros, das tendências externas ou das inovações tecnológicas, o papel do corretor de seguros continua sendo essencial, a fim de construir pontes e conectar o consumidor ao produto mais adequado para ele. 

Afinal, a relação de confiança que um corretor pode estabelecer com o cliente é única e insubstituível, já que nem sempre as pessoas conseguem decidir por conta própria o que atende melhor às suas necessidades.

Então, muito mais que vender seguros, o corretor deve ser responsável por prestar uma consultoria de qualidade aos seus clientes, utilizando todo seu conhecimento e bagagem técnica para oferecer exatamente o que cada um precisa, no momento certo e da melhor forma possível.

E é aí que entram em pauta temas como a desburocratização do mercado de seguros, produtos inovadores e soluções sob medida como forma de vislumbrar a modernização e uma maior penetração do setor. 

Exemplo disso é a crescente exigência por adaptações e respostas rápidas como forma de atender o consumidor que procura por agilidade, empatia, um atendimento mais humano e alternativas para amenizar a correria do dia a dia. 

Mesmo antes da Covid-19, o mercado de seguros já apresentava opções para simplificar, popularizar e ampliar a oferta de produtos, como é o caso do UBI, que tem como propósito a flexibilização do seguro auto.

Funciona assim: o cliente paga o seguro conforme o quanto e como utiliza seu veículo, garantindo uma cobertura completa e até 50% mais barata que o seguro comum, o que faz bastante sentido para quem não usa o carro com tanta frequência e quer uma opção mais em conta para a sua proteção.

Assim, o produto é atrelado a dados que são obtidos com o auxílio da tecnologia presente nos veículos mais novos (como a telemática), dispositivos que podem ser disponibilizados pelas próprias seguradoras ou até mesmo smartphones, recolhendo informações sobre a quilometragem do mês, velocidade e forma de condução, o que torna possível a oferta de proteções personalizadas e mais acessíveis.  

Outro produto que também está ganhando visibilidade no mercado de seguros, como mostramos antes lá no infográfico, é o microsseguro, uma alternativa destinada à população de baixa renda, que até então não era absorvida pelo setor.

É preciso ter em mente que boa parte do orçamento familiar é destinada aos custos de moradia, alimentação, transporte… Sobrando pouco ou quase nada para resguardar a proteção dos seus bens. E essa parcela não é pequena, hein? Estima-se que cerca de 70% da população brasileira tem renda abaixo de 2 salários mínimos. 

Então, nada mais justo que oferecer um seguro de menor custo e com uma contratação menos burocrática, não é mesmo?

Dado esse contexto tão diverso e volátil, a lição que fica é que está mais do que na hora de pensar em melhorias contínuas e inovadoras, abrindo espaço para os novos perfis, hábitos e preferências do consumidor. 

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O seguro de vida Nubank é uma ameaça para os corretores?

3. Digitalização do mercado de seguros

Mesmo com todos os desafios que surgiram com a pandemia do coronavírus, o mercado de seguros não parou de crescer. Só no primeiro trimestre de 2021, o setor apresentou uma melhora de 8,7% em comparação com o mesmo período do ano passado, arrecadando cerca de R$130 bilhões. 

Crescimento esse que só foi possível com a ampliação do uso da tecnologia e modernização do setor, que aprimorou diversas atividades, digitalizou boa parte dos recursos e se adequou ao modelo de trabalho remoto, garantindo o atendimento dos clientes mesmo à distância e a adaptação de uma nova realidade que veio para ficar.

Afinal de contas, a conectividade já faz parte das nossas rotinas. Inclusive, segundo o IBGE, 35,7% dos brasileiros vivem sem esgoto, mas 79,9% têm internet. Dados que impressionam, mas que também revelam a urgência de acompanhar um cenário cada vez mais digital.

Até porque, 70% do novo valor gerado na próxima década será baseado em negócios habilitados para o ambiente online, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. E a sua corretora, já está preparada para acompanhar essa tendência?

Com a implantação de um modelo digital, o mercado de seguros alcança também outras demandas emergentes, como a ampliação da autonomia e do engajamento do consumidor, por meio de chatbots, tecnologias interativas, soluções integradas para o autosserviço... 

Abrindo espaço, ainda, para a utilização da inteligência artificial e algoritmos que proporcionam produtos cada vez mais personalizados, automatização de processos e diagnósticos preventivos para a tomada de decisões assertivas. 

Na corrida para se destacar no mercado de seguros, saem na frente aqueles que estruturarem bem e o quanto antes uma estratégia ambidestra, garantindo formas de aprimorar o negócio hoje e agora, sem deixar de lado aquilo que também vai preservar o futuro da empresa.

Emissão de apólices com pagamento em carnê, vistorias prévias presenciais, protocolo de propostas físicas… Dá para dizer que tudo isso já ficou para trás. O desafio agora está em não subestimar a tecnologia e colocar em prática soluções que podem ajudar a atender melhor cada cliente, sem abrir mão da humanização e do diálogo sempre aberto, já que "ninguém é tão sábio que não tenha algo pra aprender e nem tão tolo que não tenha algo pra ensinar." Pascal 

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Fontes: Contabilizei, ANSP, Globo, Revista Apólice, Segs, Globo, Deloitte, Segurador Brasil, Globo, TI Inside, UOL

Em dezembro do ano passado uma novidade movimentou o mercado: o lançamento do seguro de vida Nubank. A fintech que promete revolucionar o segmento de seguros conquistou 100 mil clientes em pouco mais de dois meses de lançamento do Nubank Vida. Um marco e tanto, não é mesmo?

Aliás, cerca da metade desses clientes contratou pela primeira vez um seguro de vida. Mas você já parou para pensar qual é o segredo de tanto sucesso? Ou o que motivou essas pessoas a contratarem o serviço em tão pouco tempo? As razões podem ser inúmeras e eu aposto que a curiosidade já tomou conta por aí… 👀 

Vem com a gente desvendar esse mistério! 🔮✨

O que o seguro de vida Nubank tem de diferente?

Podemos dizer que são 3 aspectos principais:

1. Simplicidade

Com o Nubank Vida, o famoso segurês sai de cena e dá vez para a transparência total, sem  complicações, termos técnicos ou palavras difíceis. Por exemplo: "capital segurado" é chamado de "valor total da cobertura", "prêmio" é "pagamento mensal" e em vez de "abrir um sinistro" o cliente vai "acionar o seguro". 

Parece uma mudança simples, né? E é exatamente essa simplificação que o cliente espera. Afinal, com uma linguagem direta e totalmente compreensível, qualquer um se sente mais seguro para contratar algo. 

2. Praticidade

Sabe toda aquela papelada que costuma fazer parte de uma proposta ou apólice? O preenchimento de extensos formulários, processos de contratação… Pois bem, com o seguro de vida Nubank a realidade é outra.

O próprio cliente faz a simulação, personaliza sua cobertura e contrata o seguro pelo aplicativo em poucos minutos. Uma experiência customizável, descomplicada e 100% digital, que é possível graças à comunicação simples e acessível que falamos ali em cima. 

3. Acessibilidade

Por mais que o cliente considere diversos aspectos para a contratação de qualquer serviço, o preço é (e sempre será) um dos fatores determinantes para essa escolha. Mais um ponto para o seguro de vida Nubank! Não por ser o mais barato do mercado, considerando que existem outras opções mais acessíveis, mas por comunicar seu valor de uma forma muito clara, transparente e direta: "Um seguro de vida completo e que cabe no bolso, com preço médio inicial de R$9 por mês."

A empresa também reforça que não existem tarifas escondidas e reajuste por faixa de idade durante os 5 primeiros anos, o reajuste acontece somente de acordo com a inflação. 

Ou seja, todo esse esforço para que o cliente entenda de verdade o que está contratando e o quanto vai pagar por isso enfraquece o tabu de que seguro de vida é caro ou algo inacessível. 

É hora de inovar

Toda (r)evolução acontece com a vontade de mudar, certo? Então, esse é o momento de entender o mercado, ouvir seu cliente e se inspirar com tudo aquilo que é diferente, mas que está dando muito certo, como é o caso do seguro de vida Nubank.

A sua postura é que vai determinar se essa "novidade" será uma ameaça ou não para a sua corretora, se você prefere continuar onde (e como) está ou se vai beber dessa fonte para se motivar, reagir e evoluir.

Entendendo o cenário

A pandemia nos levou a enxergar as coisas sob uma nova perspectiva. Um exemplo disso é o senso de urgência para se sentir financeiramente amparado batendo à porta de tantos brasileiros, despertando um sinal de alerta para contratar serviços que podem garantir tranquilidade e proteção em momentos difíceis.

Não à toa, nos primeiros meses de 2021 a contratação do seguro de vida cresceu 24,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). 

Inclusive, a procura por seguro de vida teve um aumento de mais de 120% entre os jovens nos primeiros meses deste ano, conforme um levantamento da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Os dados também revelam que ainda existe um potencial enorme a ser explorado, já que apenas 15% da população brasileira possui seguro de vida, enquanto que a média mundial é de aproximadamente 30%

A oportunidade está aí! E você, corretor de seguros, está pronto para aproveitá-la da melhor forma possível? 

Separamos 3 dicas de ouro para te ajudar nessa missão, olha só:

Descomplicar para conquistar

Sabe a linguagem fácil e acessível que falamos lá no começo? Que tal iniciar por ela? Por mais simples e rápido que possa ser o processo de contratação de um seguro com a sua corretora, será que o seu cliente realmente entendeu tudo ou está deixando a decisão mais na sua mão?

Sem dúvidas, você é a melhor pessoa para explicar "tim-tim por tim-tim", eliminar os jargões mais técnicos, garantir um atendimento humanizado e passar toda a confiança que só a sua expertise e experiência pode oferecer ao seu cliente. 

Aliás, mais do que confiar em você, seu cliente precisa confiar na decisão que ele mesmo tomou e entender o real valor daquilo que está contratando. Então, você é o responsável por traduzir o propósito de um seguro de vida e oferecer uma contratação totalmente alinhada às necessidades e expectativas do seu cliente. 

É praticamente atuar como um educador, para que em momentos mais complicados você tenha a certeza de que seu cliente não vai abrir mão do seguro de vida, mas sim da assinatura de um streaming ou de algum outro serviço não essencial.

Você pode começar revisando suas propostas, formulários, contratos, conteúdos no site e redes sociais (se tiver)... Trazendo termos que são facilmente compreendidos por qualquer um em tudo aquilo que pode impactar a decisão do seu cliente. A ideia é desmistificar expressões mais burocráticas e não tão claras que fazem parte do mercado. Resumindo: seja a luz no fim do túnel para o seu cliente. 🔦

O autosserviço como seu aliado

Você já parou para pensar que nem todo mundo gosta de comprar com a ajuda de um vendedor? Pois é, muitas pessoas preferem ter mais autonomia e liberdade em suas escolhas. Foi exatamente isso que o Nubank entregou aos seus clientes, uma experiência descomplicada e autossuficiente. 

E você, também está olhando para esse perfil de consumidor?

Neste modelo de negócio, podemos dizer que o cliente percorre seu trajeto praticamente sozinho, da compra ao pagamento pelos produtos, o que pode tornar o processo mais rápido e ainda melhorar a sua experiência. As vantagens também são significativas para a sua empresa, otimizando custos operacionais, reduzindo as chances de erro e aumentando a produtividade. 

Por exemplo: em vez de você e seu cliente dedicarem boa parte do tempo para preencher formulários extensos e burocráticos, que tal disponibilizar um Google Forms simples, fácil e com uma linguagem amigável para que o próprio cliente preencha quando quiser. A ferramenta é gratuita e você pode integrar ao seu site ou redes sociais. Comece fazendo um teste e medindo a adesão da clientela, aposto que você vai se surpreender com o resultado. 😉

Além disso, você também pode disponibilizar uma seção de perguntas frequentes para o cliente esclarecer suas dúvidas por conta própria, oferecer diversas formas de pagamento e garantir um atendimento ágil e personalizado, seja por chats, email, telefone, WhatsApp ou o que seu cliente preferir.

Inclusive, o atendimento é peça chave para o sucesso do seu negócio! Por mais que o cliente queira resolver seu problema sozinho, dúvidas podem surgir e ele precisa contar com todo o suporte que uma venda humanizada oferece. Por isso, não deixe de acompanhar seu cliente e estar integralmente disponível para apoiá-lo em qualquer situação. 

Digitalizar é preciso

A Covid-19 também acelerou a digitalização do setor, já que muitas empresas tiveram que adaptar seus processos para o modelo remoto ou híbrido, garantindo a ampla oferta dos seus serviços e a segurança dos clientes.

Um estudo da Intuit QuickBooks indica que 49,7% das pequenas empresas brasileiras estão mais digitais hoje por conta da pandemia do coronavírus. E ainda existe muito a fazer! Afinal, o cliente está cada vez mais exigente e buscando soluções que resolvam seus problemas de uma maneira bastante prática.  

Alguns sistemas e ferramentas proporcionam essa agilidade e eficiência que você precisa para modernizar seu negócio, sem deixar de lado a essência e o propósito da sua corretora. Como é o caso de Segfy, a plataforma completa para o corretor de seguros, com sistema de gestão e multicálculo. E o melhor: tudo por apenas R$60,00 por mês. 

Que tal experimentar de graça e depois compartilhar com a gente o que você achou? 🚀

Bom, a lição que fica é que pode parecer até audacioso demais enfrentar uma gigante do setor financeiro, que já possui mais de 35 milhões de clientes e investimentos estratosféricos. 

Mas a verdade é que o papel do corretor de seguros ou especialista em riscos continua sendo essencial para propagar a importância e o funcionamento dos seguros, destrinchando todas as coberturas, diferenças de planos, apólices ou propostas que vão trazer mais segurança e tranquilidade para a população em geral.

Lembra do início da pandemia, quando se falava sobre a importância de usar máscaras para proteger as pessoas ao seu redor? Dá para dizer que esse pode ser o grande desafio do corretor de seguros hoje: levar conhecimento para o maior número de pessoas possível sobre a importância de se proteger e garantir a segurança de quem você ama. 

A boa notícia é que você não está sozinho, a gente te ajuda nessa! A propósito, esse conteúdo foi inspirado nas dicas do nosso especialista em seguros, André Rezende, que também vai conversar com você nas nossas redes. Então, aproveite já para seguir nosso Instagram, Facebook e LinkedIn, acompanhar mais insights e se preparar para as novidades que estão por vir, fechado? 🙂

#segfy #segjunto 

Fontes: Nubank, Exame, Estadão, Uol, CNN Brasil, Murilo Gun

Temos uma notícia incrível pra todo mundo!

Agora a Segfy é plataforma completa, de multicálculo + gestão, em uma só!

E sabe a melhor parte: você não vai pagar nada a mais por isso. Pelo contrário, vai pagar menos para ter mais!

Agora cada usuário tem acesso à ferramenta completa da Segfy de Multicálculo + Gestão, pagando apenas R$ 60. 

Antes o preço por usuário do multicálculo era R$ 119 e da gestão R$ 149, somando R$ 270. Agora as duas juntas custam R$60.

Todos os clientes Segfy já tiveram seus valores ajustados pra esse novo preço, e estão economizando muito!

Mas, por que estão fazendo isso?

Nossa missão é deixar os seguros mais acessíveis pra todo mundo para proteger mais pessoas. Pra isso, nossa plataforma precisa ser acessível principalmente pra você, corretor(a).

E o que eu preciso fazer para ter acesso?

Nada! O acesso à plataforma completa de multicálculo + gestão  já está liberado. Vale dizer que se você continuar usando a plataforma, vamos entender que concorda com os nossos Termos de Uso, ok?

Quanto tempo esse novo preço vai durar? O preço anterior vai voltar?

O preço anterior não vai voltar. Não é promoção. É o novo preço da Segfy. 🙂

Como fica a minha quantidade de usuários e licenças?

Sua quantidade de usuários agora é igual a de licenças, que passa a ser uma conta só. Ou seja, se você tinha 2 usuários e 3 licenças, agora você passa a ter 3 usuários e só. Todos os usuários têm acesso liberado ao multicálculo e gestão, em uma plataforma só.

Como serei cobrado?

Agora você será cobrado apenas pela quantidade de usuários. O valor de cada usuário é de R$ 60, com acesso à ferramenta única de multicálculo e gestão.

Vou poder escolher o que cada usuário tem acesso?

Sim, você pode definir o acesso de cada usuário nas configurações da plataforma.

A partir de quando irei pagar esse novo valor?

A partir de abril sua fatura já estará atualizada com o valor corrigido. Melhor, impossível, né?

Se ficou com alguma dúvida, nos mande uma mensagem via WhatsApp Segfy. Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta das 09:30h às 17:30h.

Esperamos que tenha gostado dessa novidade e queremos dizer que ainda faremos muito mais melhorias nesse ano para facilitar o seu trabalho e te ajudar a vender mais. Assim, mais pessoas ficam seguras. 

Segfy, você + seguro.

Autor(a): Leonardo Dulcio

Jornalista, com amplo conhecimento em marketing digital e produção de conteúdo para o segmento de seguros. Apaixonado por esportes e sempre disposto a aprender coisas novas.

O efeito da pandemia nas montadoras fez com que o mercado de veículos usados no Brasil crescesse 15% no mês de fevereiro, comparado ao mesmo período do ano anterior. Esse crescimento expressivo apresenta reflexos diretos nos valores da Tabela Fipe e, consequentemente, nas cotações de novos seguros.

Segundo a Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave), existem veículos com 6 meses de uso que valem 5% a mais que um zero quilômetro, equivalente.

É necessário que o corretor esteja por dentro de todas as variações do mercado e saiba informar seu cliente de como questões como essa, que podem refletir de forma direta, caso aconteça um sinistro com indenização, por exemplo.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para tirar todas as suas dúvidas sobre a relação da Tabela Fipe com o mercado de seguros e como isso interfere nas cotações via multicálculo. Confira!

Como funciona a Tabela Fipe? 

A Tabela Fipe, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é o principal índice de referência para os preços do mercado de veículos novos e semi novos no Brasil. 

O cálculo é feito da seguinte maneira: os pesquisadores excluem os maiores e os menores valores de um veículo, pesquisados através de uma grande base de dados, utilizam os preços restantes para fazer uma média e definir o valor de mercado de um veículo. 

É importante lembrar que o ano, modelo e a montadora do automóvel são os requisitos principais para que o cálculo seja feito. Por isso, não se assuste se existir uma mudança de valor entre um veículo de 2020 para um de 2021. 

Ahh, lembre sempre de informar ao seu segurado que a Tabela Fipe é atualizada mensalmente!

Qual a sua influência no mercado de seguros?

As seguradoras utilizam a Tabela Fipe como base para o pagamento das indenizações de um seguro de automóvel. Caso um veículo sofra um sinistro de perda total ou roubo, sem que seja encontrado posteriormente, a companhia paga ao segurado o valor médio disponível na tabela, referente ao mês em que a indenização foi liberada.

Vou deixar um exemplo para facilitar essa dinâmica. Seu segurado contratou um seguro para carro em abril, quando o valor do automóvel na tabela era de R$ 57 mil. No mês de junho, acontece um sinistro de perda total e o pagamento da indenização é liberado no mesmo mês. Porém a Tabela Fipe neste mês informa que o valor médio do carro é de R$ 54 mil. O seu cliente receberá R$ 3 mil a menos, pois em sua apólice consta que o percentual de pagamento da indenização é de 100% da Tabela Fipe. 

Complicado, né? Por isso, seja sempre claro e direto com seu cliente, para evitar futuras frustrações com a apólice contratada. 

Onde a Tabela Fipe é usada no Sistema Segfy? 

A Segfy procura sempre te manter atualizado sobre os valores do mercado. Por isso, nós temos uma tecnologia que acessa semanalmente o site da Fipe e coleta dados sobre todos os modelos de veículos para armazenar em nossa base de dados. Com isso, você pode acessar os valores do veículo que quiser já dentro do sistema. 

Vale ressaltar que essa busca é apenas informativa, para você ter ideia de como está o valor do veículo. O multicálculo busca os valores diretamente das seguradoras. 

Deu para ver como a tabela Fipe é importante para o seu dia a dia, não é mesmo, corretor?

Por isso, conte com a Segfy para otimizar os processos da sua corretora e dê atenção a estes detalhes que podem fazer a diferença para o seu segurado.

Achou que ia acabar assim? Temos novidades! Agora nossa plataforma conta com Gestão e Multicálculo integrados. Com apenas um usuário você tem acesso liberado em todas as funcionalidades do Sistema Segfy. 

Faça um teste gratuito por 7 dias e conheça todos os detalhes da ferramenta.

Segfy, você + seguro.

Autor(a): Leonardo Dulcio

Jornalista, com amplo conhecimento em marketing digital e produção de conteúdo para o segmento de seguros. Apaixonado por esportes e sempre disposto a aprender coisas novas.

O home office se tornou a nova tendência no Brasil por conta da pandemia e essa mudança de perfil trouxe reflexos positivos para o mercado de seguro residencial. De acordo com a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais) houve um crescimento de 6,1% nas vendas deste ramo no ano de 2020. 

Contudo, mesmo com esse aumento, ainda há 70 milhões de residências sem proteção por toda a extensão do país, o que gera uma excelente oportunidade para fechar novos negócios! Mas, para entrar nessa onda, é preciso estar preparado para responder todas as dúvidas dos segurados a respeito do assunto.

Abaixo selecionamos perguntas e respostas como bons argumentos para você utilizar na venda de um seguro residencial. Confira!

Como funciona um Seguro Residencial?

Tenho certeza que essa é uma das perguntas que você mais recebe ou receberá dos seus clientes. Se posso te dar um conselho, é: não repita o que a internet diz! Se essa pessoa procurou um corretor de seguros, é porque ela quer mais detalhes e um atendimento personalizado para entender o assunto. 

Seja leve, transforme a explicação em uma conversa informal. O seguro residencial é um produto com muitos detalhes e você não pode deixar nenhum deles passar batido para o seu segurado. Afinal, um pequeno ponto explicado de maneira eficiente, pode ser a solução da dor do seu cliente.

Quais as coberturas que um Seguro Residencial oferece? 

Este é um dos momentos principais para vender um seguro residencial.  

Após explicar como funciona o produto, você já vai ter uma boa quantidade de informações sobre o perfil do seu cliente. Use isso a seu favor ao responder sobre as coberturas essenciais e adicionais. Utilize exemplos práticos no dia a dia do seu cliente.

Supomos que: um jovem gamer, mora sozinho, tem seu estúdio para jogar e muitos aparelhos eletrônicos. Ele te procura e questiona sobre as coberturas de um seguro residencial. O que você mais deve explorar nessa venda? Talvez uma cobertura contra acidentes que causem danos elétricos aos seus aparelhos... Muitas vezes ele nem imagina que o seguro possa oferecer essa proteção para o que ele mais gosta de fazer na vida.

Mas ressalto, nunca foque somente em uma cobertura! Mantenha a venda construtiva sobre todo o produto e dê mais atenção quando for explicar a solução das dores reais do seu cliente.

O que são assistências?

Este é mais um bom argumento de venda para fechar uma apólice de seguro residencial. São serviços que podem surpreender na hora da negociação. Muitos clientes não têm conhecimento que existem serviços como chaveiro, encanador, eletricista, tudo à sua disposição, caso façam a contratação. 

Lembra do exemplo no tópico acima? No caso das assistências, ele também é muito válido. Os serviços podem surpreender positivamente o perfil do gamer. Afinal, todo jovem busca praticidade e as assistências de um seguro residencial trazem esse conforto.  Mas atenção: sempre lembre de enfatizar a diferença entre uma assistência e uma cobertura. Essa é uma das principais dúvidas de um segurado na hora de fechar a apólice. 

Vale a pena contratar um Seguro Residencial? 

Utilize gatilhos mentais para chamar atenção do seu cliente ao que realmente importa. Afinal, se ele possui um seguro para o carro, porque não contratar um para o próprio lar, onde dorme o seu filho, sua esposa amada e tudo que ele já construiu na vida?

Cabe a você corretor trazer leveza e um diálogo fluido para que o seu segurado veja o valor real de um seguro residencial e feche a apólice. 

Home Office e Seguro Residencial? 

Pode ter ficado um pouco de dúvida na sua cabeça sobre a forma de usar o home office como argumento para a venda de seguro residencial. As seguradoras estão personalizando cada vez mais seus produtos para quem trabalha em casa. Preparei um exemplo para você visualizar isso de maneira mais eficiente.

Empresário: ele precisa se sentir seguro e apto a trabalhar em casa, com todos os recursos e segurança que tinha em seu ponto fixo e é nesse momento que você pode atuar. Apresente as proteções contra danos elétricos, incêndios, subtração de bens, entre outras, para ele sentir que o material de trabalho estará muito bem protegido contra qualquer incidente. 

Agora você está pronto para responder tudo o que o seu segurado precisa saber sobre um seguro residencial. Gostou do conteúdo? Deixo mais uma sugestão de conteúdo sobre o ramo para você! 

Seguro Residencial: motivos para o corretor de seguros investir neste segmento

Compartilhe para seus colegas aprenderem com a gente! 

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Autor(a): Leonardo Dulcio

Jornalista, com amplo conhecimento em marketing digital e produção de conteúdo para o segmento de seguros. Apaixonado por esportes e sempre disposto a aprender coisas novas.

É um fato que o setor de seguros de vida ganhou relevância no cenário nacional em meio a pandemia causada pelo Coronavírus. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), houve um aumento acumulado de 11% nas vendas até novembro de 2020, comparado ao ano de 2019. Também cresceu a procura por seguros de incapacidade temporária, que garante a renda caso o profissional precise se afastar do trabalho por motivo de doença.

A Covid-19 mexeu tanto na percepção de risco do brasileiro, que trouxe à tona a fragilidade de nossas vidas, o que fez com que a busca por proteção, cuidado e segurança financeira para a família aumentasse e o desejo de planejar o futuro das pessoas que amamos se tornou uma das prioridades, favorecendo a atuação do mercado de seguros.

Por isso, ao analisar a nossa cultura, o corretor de seguros não deve esperar que seu segurado vivencie uma situação de perda ou dor. Existe um melhor momento para oferecer um seguro de vida? A oportunidade de agir de forma certeira é se antecipar, afinal a segurança da vida não possui hora certa para acontecer.

Apresente os benefícios de contratar um seguro de vida

Mas, “seguro de vida só traz benefício em caso de óbito?”. Com toda certeza, você já ouviu esse questionamento ao trabalhar na venda para um cliente. Mesmo com o aumento da busca por informação, a responsabilidade de descomplicar os seguros de vida, segue na sua mão. Então, faça uma análise da sua carteira de clientes, entenda o campo de atuação, estilo de vida, entre outras características que serão fundamentais para você definir os melhores argumentos de venda.

Para exemplificar: um homem, engenheiro que trabalha diariamente visitando obras e também é praticante ativo de esportes radicais... A sua abordagem pode acontecer ao citar todas as situações de riscos que a vida ativa dessa pessoa pode trazer. As coberturas de majoração, diária por incapacidade temporária e indenização em caso de óbito seriam alguns dos benefícios que facilitariam a sua venda. 

Já no caso de uma mãe solteira, que mora sozinha e pertence ao grupo de risco da Covid-19, o motivo poderia ser a busca de garantias de segurança para seu filho, por exemplo. Uma abordagem emocional, tocando em pontos como cuidado e proteção são de extrema importância nessa situação.

Explore também outros benefícios como a isenção de impostos, a relação custo-benefício de investimento ou até mesmo os descontos em medicamentos que algumas apólices oferecem, cobrindo integralmente o tratamento de doenças graves, para que seu cliente não se sinta abandonado quando mais precisa.

O papel do corretor na venda de seguros

O corretor de seguros tem um papel fundamental na sociedade, em especial, neste momento de pandemia. Então, seja uma referência e passe aos seus clientes a mensagem que é necessário se antecipar aos fatos, proteger a si mesmo e a quem a gente mais ama. Com uma boa influência e uma venda elaborada, é possível driblar vários questionamentos frequentes, como: “Mas porque custa tão caro?”, “Existem benefícios em caso de acidente que cause incapacidade?”, “Sou idoso, ainda posso contratar um seguro de vida?”. Desta forma, você conquista mais credibilidade para sua corretora e fideliza um número maior de clientes.

Ah, vale ressaltar que a expectativa de crescimento do setor de seguros de vida continua forte ao longo dos anos e que ferramentas de proteção farão parte cada vez mais do orçamento pessoal e familiar. Então, a dica é: faça uma venda construtiva e veja os resultados aparecerem! Personalize o seu atendimento, abra o leque que o produto oferece, trabalhe bem as diversas coberturas e assistências e demonstre o valor efetivo delas na vida do segurado.

É isso, desejo sucesso e boas vendas! 🙂

Autor(a): Leonardo Dulcio

Jornalista, com amplo conhecimento em marketing digital e produção de conteúdo para o segmento de seguros. Apaixonado por esportes e sempre disposto a aprender coisas novas.

Novidade irá obrigar o corretor de seguros a divulgar o comissionamento antes da assinatura da apólice.

O ano de 2021 começou com mudanças para o dia a dia dos corretores de seguros. Desde o dia 4 de Janeiro, está em vigor a Resolução 382/20 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que, entre outros temas, torna obrigatória por parte do corretor a publicação do valor de comissionamento de determinado seguro antes da assinatura da proposta.

Em resumo, os corretores devem expor o valor da comissão a ser recebida em cada apólice antes da assinatura por parte do segurado. Segundo a Susep, as mudanças são para que o Brasil esteja de acordo com as regras mais seguras do mercado internacional e para aumentar a clareza das informações ao consumidor.

A Segfy preparou um material completo para te ajudar neste período inicial da nova resolução e evitar que você seja penalizado.

Se eu não cumprir, a Susep pode me punir?

Caso o corretor não informe o valor da sua comissão com antecedência ao segurado, de acordo com as novas regras estipuladas pela Resolução 382/20, a corretora poderá receber punições severas profissionais e financeiras.

A multa pode variar de R$15 mil até R$1 milhão de acordo com nível de reincidência e outros fatores que possam contar contra a corretora. Já as sanções administrativas podem variar desde a suspensão do exercício da profissão até a proibição de trabalhar com determinados ramos.

Por isso, ressaltamos a grande importância em ter sempre uma cópia de todas as propostas e apólices que saiam da corretora. Caso haja uma fiscalização, o negócio está resguardado pelas cópias.

Como devo informar a comissão ao segurado?

A Resolução 382/20 da Susep não determina como o corretor de seguros deve apresentar a sua comissão ao cliente. Com isso, cada corretor tem liberdade para encontrar a melhor forma de levar a informação ao segurado, pode ser via e-mail, WhatsApp, ou como achar melhor.

A Fenacor divulgou que os corretores não precisam, obrigatoriamente, incluir o valor das comissões na proposta de seguro. Podem utilizar outras ferramentas mais práticas e digitais para seguir a obrigação da nova norma.

Como a Segfy irá me ajudar com isso?

Incluímos em nosso Multicálculo a opção de imprimir o percentual de comissão no botão "Novo Imprimir". A atualização está disponível no Multicálculo Automóvel a partir de hoje e no Multicálculo Residencial a partir de fevereiro.

Veja abaixo como ficou fácil imprimir o percentual de comissão na Segfy:

Primeiro passo
1 - Entrar no Multicálculo
2 - Continuar com o Multicálculo

Segundo passo
3 - Botão Novo Imprimir

Terceiro passo
4 - Exibir Comissão (caso queira informar).
Importante: A opção já está selecionada. Caso você não queira exibir a comissão, precisa desmarcar onde está sinalizado na imagem abaixo.

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4 podcasts sobre vendas que todo corretor de seguros deve escutar.

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5 erros de gestão mais comuns nas corretoras de seguros.

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Se tiver alguma dúvida, nossos canais de atendimento estão abertos e prontos para ajudar.

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